( I Coríntios 15:12-20 )
Muitos discutem sobre vida após a morte, mas... Existe a ressurreição? Para os espíritas, a doutrina da ressurreição não existe, mas sim a doutrina da reencarnação, que consiste na transmigração da alma de um corpo para outro corpo depois da morte. Para filosofia grega existia a vida futura, mas não a ressurreição.
Em nenhum lugar na Bíblia essa doutrina é tratada de maneira tão profunda, exaustiva e completa quanto nesse capítulo.
Em Corinto, havia cristãos que afirmavam não haver ressurreição dos mortos. Para o apóstolo dos gentios, que havia proclamado Jesus e a ressurreição de maneira tão destemida e incisiva a ponto de alguns dos seus ouvintes (em Atenas) se convencerem de que ele estava pregando acerca de dois deuses diferentes (Jesus e Anastasis – a palavra grega para ressurreição), tal dúvida sobre o âmago do evangelho era motivo de espanto.
É verdade que ele havia decidido não o pregar nada “senão a Jesus Cristo, e este crucificado” em Corinto; contudo, por mais que tenha enfatizado o significado da cruz em detrimento do fato da ressurreição, os dois eventos eram inseparáveis, em seu pensamento e ensino.
Muitos gregos acreditavam na imortalidade da alma (idéia original de Platão, cerca de 500 anos antes). O corpo era visto como uma prisão, e a morte era a libertação da alma, até então impedida de se elevar para o mundo real, do qual todas as coisas deste mundo não passam de sombra.
Os cristãos gregos que foram criados sob esta filosofia achavam difícil descartá-la. Havia muitas tendências gnósticas nos círculos cristãos daquela época, capazes de afastar da verdade apostólica, fazendo-os cair em uma concepção super espiritualizada da vida, antes e depois da morte.
Os cristãos gregos que foram criados sob esta filosofia achavam difícil descartá-la. Havia muitas tendências gnósticas nos círculos cristãos daquela época, capazes de afastar da verdade apostólica, fazendo-os cair em uma concepção super espiritualizada da vida, antes e depois da morte.
Paulo sentiu-se obrigado a retornar aos fundamentos absolutos, a fim de tratar dos perigos inerentes de modo adequado.
Se os mortos não ressuscitam, então Jesus continua morto. Presume-se que os hereges de Corinto nunca pretenderam sugerir que Jesus ainda estivesse morto; Paulo, no entanto, enfatiza a falta de lógica da posição deles, a fim de revelar seu perigo. “A verdade que está em Jesus” é coerente, está solidamente estruturada, sejam quais forem os paradoxos inerentes à verdade, ela não se contradiz. Negar um pouco desta verdade é desmoronar toda a estrutura.
Paulo declara que sua vida seria uma completa perca de tempo, se não houvesse ressurreição, a implicação óbvia seria que, não só a sua própria vida e ministério teriam sido fundamentados numa fraude e num logro, como também de cada apóstolo e, na verdade, cada crente, todas aquelas perseguições, todos os sofrimentos e tribulações teriam sido inúteis. Retirando a ressurreição de Jesus, não há onde colocar a fé, somente o cadáver putrefato de um carpinteiro judeu que havia se transformado em rabino itinerante.
A Fé não é criada, mantida ou desenvolvida pela observação de nós mesmos ou de outros, mas somente pela absorção da realidade e das implicações da ressurreição de Jesus.
Especificamente, Paulo alegava (2º as tradições apostólicas anteriores a ele) que Deus... Ressuscitou a Cristo. Se não fez nada disso, se Jesus não passava de um impostor, seria nada mais que blasfêmia relacionar o nome de Deus todo-poderoso a tal pessoa.
O único motivo convincente para relacionar a pessoa e a obra de Jesus a Deus é a realidade da ressurreição. Somente Deus tem poder sobre a morte;
O ponto principal é que se Jesus não ressuscitou dos mortos, o problema do pecado permanece sem solução. Toda história de Cristo morrendo pelos nossos pecados 2º as escrituras perde o significado, se, na verdade, ele permaneceu morto.
Se não houvesse ressurreição, a morte continuaria sendo não apenas “o último inimigo”, mas um terror invencível. Morrer não seria dormir em Cristo e despertar para vê-lo sorrindo, seria a dura confirmação da perdição de todos os homens, de que estamos todos destinados a perecer sem esperança e sem Deus.
Se Cristo não ressuscitou dos mortos, qualquer expectativa de vida após a morte evapora com ele. Ficamos então entregues a um pseudo-evangelho que pretende pelo menos dar algum significado à vida aqui na terra. Se a fé cristã está fundamentada em um evangelho vazio e um salvador fraudulento, “ninguém está mais alienado do que o cristão”.
Quase podemos ouvir o suspiro de alívio como também a exclamação de confiança com o que Paulo declara: mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos. Paulo esta dizendo que, toda uma nova era despontou com a ressurreição de Jesus: ele é as primícias de uma nova colheita. Se Cristo ressuscitou dentre os mortos, está claro que todos aqueles que, pela graça de Deus, estão agora em Cristo, também ressuscitarão dos mortos.
AS EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO
- 1º O TÚMULO VAZIO
“Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto”. (Marcos 16:6)
Marcos esclarece que sem a ressurreição o trabalho redentor de Jesus na cruz estaria incompleto, o evangelho teria terminado como "más notícias".
Um sepultamento formal requer o cuidado daqueles que conheciam o morto. Um "estranho" como José não poderia fazê-lo. As mulheres, no entanto, estão determinadas a servir a Jesus na morte como fizeram durante o seu ministério. Elas planejam ungir o corpo com óleos aromáticos.
No caminho, elas perguntam umas às outras quem rolaria para elas a pesada pedra da entrada do sepulcro. Quando se aproximam, porém, descobrem que a pedra já fora rolada. Deus já havia cuidado do que elas não poderiam fazer.
Elas vão ao sepulcro para prestar suas últimas homenagens a um líder morto, não se enganaram de lugar nem sobre a pessoa cujo corpo foi posto ali. Estão, porém, equivocadas quanto ao propósito de estarem ali: não há nenhum cadáver para ser ungido.
O mensageiro, então, proclama algumas das mais belas palavras jamais ouvidas pelo ser humano: "ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto".
O anjo assegurou-lhes que Jesus ressuscitou e que não estava mais ali, em prova do que chamou a atenção delas para o lugar onde o puseram.
João 20:6-7: Informa-nos que os panos que o envolviam ainda estavam lá. Maria pensou nos discípulos líderes – Simão Pedro e o "discípulo amado" e correu para lhes levar a notícia sobre a sepultura aberta. Criou nos dois discípulos o mesmo temor que se apossara do coração dela - alguém levara o corpo.
Houve algumas teorias dentre elas quero destacar a:
Teoria do desmaio = Muitos críticos tentou demonstrar que a ressurreição foi uma farsa dizendo que Jesus apenas desmaiou de exaustão na cruz. Os historiadores afirmam que o processo da cruz é fatal, lenta e cruel.
Jesus antes da crucificação estava em choque hipovolêmico = hipo- baixo, refere-se ao volume e êmico= sangue = quer dizer que a pessoa está sofrendo os efeitos de perder grande quantidade de sangue; além disso, a lança enfiada em seu coração teria resolvido a questão de uma vez por todas; os executores eram horrivelmente eficientes, sabendo que poderiam ser mortos se alguma das vítimas descesse viva da cruz.
“A morte é o descer da cortina, não ao fim da peça, mas ao fim do ato”. (Balfour) Tanto judeus quanto romanos admitiram que o túmulo estivesse vazio. Ninguém podia encontrar ou mostrar o corpo. Por isso, o silêncio dos judeus é tão significativo quanto o falar dos cristãos;
De alguma maneira, diante da guarda romana, a pedra de quase duas toneladas foi removida da entrada do túmulo;Uma guarda militar romana, altamente disciplinada, que constituía uma das mais eficientes unidades de combate, foi destacado para guardar o sepulcro, precisou ser subornada pelas autoridades para mentir sobre o que realmente aconteceu. Foi justamente para evitar o roubo do corpo que a guarda foi exigida;
O túmulo de Cristo era o único guardado e selado
Os roubos do corpo não deixariam os lençóis dobrados e nem causaria a transformação na vida dos discípulos. Foi uma mentira inventada pelos líderes judeus. Poderia os discípulos morrer por uma mentira?
A mortalha, intacta, não continha o corpo. João Crisóstomo, bispo de Constantinopla, observou que ladrões não poderiam roubar o corpo nu, porque se demora muito para tirar o linho: “ele [o corpo] foi enterrado com muita mirra, que cola o linho ao corpo assim como o chumbo”.
O sepulcro vazio é um fato histórico aceitado, nenhum respeitado historiador do Novo Testamento dúvida do fato histórico de que o sepulcro no qual Cristo foi colocado após sua crucificação estava vazio.
O sepulcro vazio é um fato histórico aceitado, nenhum respeitado historiador do Novo Testamento dúvida do fato histórico de que o sepulcro no qual Cristo foi colocado após sua crucificação estava vazio.
Portanto, só há três explicações para isso.
- Os seus inimigos tomaram o corpo, seus amigos tomaram corpo, ou Jesus foi levantado dentre os mortos. A primeira possibilidade é extremamente improvável, porque seus inimigos certamente teriam exibido o seu corpo se pudessem, a fim de humilhar a seus discípulos, calar os rumores da sua ressurreição, bem como para cortar qualquer novo movimento religioso que ameaçavam as suas tradições Mosaicas.
- É igualmente pouco provável que seus amigos levaram seu corpo, porque depois da sua crucificação, eles estavam profundamente decepcionados e desanimados e não acreditavam que ele seria ressuscitado. É absurdo pensar que nestas condições eles iriam inventar um esquema em que roubariam o corpo e depois inventariam uma história que obviamente não acreditavam.
- Os discípulos eram judeus que assumiam seriamente os seus privilégios e obrigações Judaicas. Por isso, é impensável que eles tivessem iniciado uma nova religião para benefício pessoal. Para um Judeu do primeiro século, mentir contra Deus e perverter Sua revelação, significava arriscar a salvação e uma futura participação no Reino Messiânico.
A morte não é mais um quarto fechado como dizia Sartre, mas “A morte é um quarto de janelas abertas para o trono de Deus”. A ressurreição de Cristo é a doutrina central da fé cristã, ela nos prova que a morte não tem a última palavra.
“A ressurreição é algo que foge ao controle da mente, ela rompeu todos os obstáculos, o símbolo do cristianismo é a cruz desocupada e a prova da fé é um tumulo vazio e o alicerce não é mito ou lendas, mas no sólido fato histórico do túmulo vazio e do Cristo ressuscitado.”
“O túmulo vazio é uma verdadeira rocha contra a qual a se, despedaçam em vão todas as teorias racionalistas da ressurreição”. (Sir Norman Anderson)
- 2º As suas Aparições
Atos 1:3
“A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante 40 dias e falando das coisas concernentes ao REINO DE DEUS”.
A mais extensa relação de que dispomos das aparições de Jesus inicia, mediante algumas passagens, comeu e bebeu com eles, da maneira como o fizera nos primeiros dias (Atos 10:41, Lucas 24:30,42 e 43....).
O resultado final disso tudo foi que os discípulos ficaram com uma convicção irredutível de que Jesus estava vivo, e havia estado com eles.
Não tivessem eles estas muitas e infalíveis provas os eventos descritos neste livro jamais teriam ocorrido. O Senhor lhes falara a respeito do reino de Deus, desde o começo esse havia sido o assunto de Jesus, e passaria a ser o assunto de seus discípulos também.
Ainda assim, o que eles pregavam não era o ensino deles mesmos acerca destes acontecimentos, ou uma doutrina que eles próprios haviam criado, mas o que lhes fora ensinado pelo próprio Jesus a respeito de sua morte e, nos anos vindouros, pelo ministério do Espírito de Jesus.
“Isto é, que Cristo devia padecer e, sendo o primeiro da ressurreição dos mortos, anunciaria a luz ao povo e aos gentios”. (ATOS 26:23)
A ciência versa sobre causas e efeitos: não vemos dinossauros, mas estudamos os fósseis, podemos não saber como uma doença surge, mas estudamos seus sintomas. Portanto, Jesus morreu na cruz, e, apareceu depois a outras pessoas, pessoas mortas não costumam fazer isto.
Historiadores concordam que há muitas evidências de que Jesus foi crucificado, isto nos deixa com a segunda questão – Jesus realmente apareceu mais tarde?
Historiadores concordam que há muitas evidências de que Jesus foi crucificado, isto nos deixa com a segunda questão – Jesus realmente apareceu mais tarde?
“Das mulheres, nenhuma evidência será aceita, por causa da frivolidade e temeridade do seu sexo”. (Flavio Josefo)
Por causa da desconsideração do judaísmo antigo em relação à confiabilidade das mulheres, se a história da ressurreição fosse realmente uma manipulação, elas nunca teriam sido escolhidas para serem as primeiras testemunhas do fato; elas estavam em um nível muito baixo na escala social da Palestina do séc. I gostemos ou não, foram elas que de fato encontraram o túmulo vazio!
Ninguém questiona o fato de Paulo afirmar duas vezes que encontrou o Cristo ressurreto pessoalmente. Depois encontramos referências de que o Messias tenha aparecido também a Pedro e João.
Mais tarde, Cristo apareceu a mais de 500 (quinhentas) testemunhas em diferentes situações e a maioria ainda estava viva quando Paulo escreveu 1ª aos Coríntios.
Alguns críticos dizem que os primeiros cristãos tiveram uma visão ou uma alucinação de Cristo após a sua morte, da mesma maneira como as pessoas de hoje afirmam ter "visto" o ícone pop Elvis Presley. Um sonho? Uma fantasia da imaginação? Nenhum destes é para nada provável, por que diferentes grupos de pessoas não têm de contínuo a mesma alucinação.
Quinhentas pessoas em uma multidão não poderiam sonhar o mesmo sonho. Alguns apologistas cristãos modernos têm defendido que é irrelevante se Cristo foi levantado fisicamente ou não, porque o seu "espírito" foi a ter com Deus.
Deus então, supostamente, deu aos seguidores de Cristo uma "visão" de Cristo como que continua a viver "espiritualmente" ao lado de Deus. No entanto, tal conceito místico e espiritualista não teria satisfeito a mente hebraica dos discípulos, que acreditavam que os mortos estavam mortos até que foram levantados em uma ressurreição corporal e física.
Além disso, teria colocado a fé cristã sobre uma base subjetiva e mística sem base histórica, e não explicaria o energético testemunho dos discípulos da ressurreição corporal de Cristo. Além disso, alucinações são bastante raras, via regra são causadas por drogas ou privações físicas.
É importante perceber que não existe evidência para qualquer tentativa de refutação da ressurreição de Cristo por parte de seus adversários, nos primeiros séculos do cristianismo. A igreja foi construída sobre este fato: que Jesus Cristo, uma vez crucificado, ressuscitou dentre os mortos;
Sua morte não foi um acidente nem sua ressurreição uma surpresa. A ressurreição não é um fato científico, porque um fato científico é aquele que você pode levar para um laboratório e reproduzi-lo quantas vezes quiser.
A ressurreição é uma prova judicial. Não tem como repetir essa prova. Todavia, ela tem evidências incontestáveis, mas as provas da ressurreição de Cristo não são apenas provas históricas e judiciais, mas também provas morais, emocionais e existenciais, isso pode ser verificado através da transformação na vida dos discípulos.
Esses discípulos nada tinham a ganhar exceto críticas, o ostracismo e o martírio.
“As aparições de Jesus são mais bem autênticas do que qualquer outro fato da Antiguidade [...]. Não pode haver dúvidas racionais de que elas ocorreram”. (Michael Green)
A obrigação dos discípulos era a de serem testemunhas. Tal comissão obviamente representou uma referência especial aos apóstolos que autenticariam de modo singular os fatos principais do evangelho a vida, a morte, a ressurreição e a ascensão de Jesus.
A todos, pois, é feita a promessa: “MAS RECEBEREIS PODER, AO DESCER SOBRE VÓS O ESPIRITO SANTO, E SEREIS MINHAS TESTEMUNHAS TANTO EM JERUSALÉM COMO EM TODA A JUDÉIA E SAMARIA E ATÉ AOS CONFINS DA TERRA” (ATOS 1:8).
As declarações deste versículo devem ser entendidas como causa e efeito. Só pode haver testemunho eficaz onde estiver o Espírito e, onde estiver o Espírito, seguir-se-á testemunho eficaz em palavras, em obras (milagres), e na qualidade de vida daqueles que o receberam .
A maioria das pessoas pode apenas ter fé que suas convicções são verdadeiras, mas os discípulos tinham condições de saber com certeza absoluta que Jesus ressuscitou. Eles afirmaram tê-lo visto conversado e comido com ele. Se não tivessem certeza absoluta, não se deixariam torturar até a morte pela proclamação da ressurreição de Jesus.
Conclusão
“Jesus abriu à força a porta que estava fechada desde a morte do primeiro homem. Ele encontrou, enfrentou e derrotou o Rei da Morte. Tudo é diferente porque Ele fez isso”. (C. S. Lewis 1898-1963)
Por isso, a ressurreição de Cristo faz parte essencial da pregação da Igreja em todos os tempos.
A esperança da futura ressurreição dos crentes depende da ressurreição de nosso Senhor. A religião pode revelar valores morais e até pode melhorar, temporariamente, a conduta das pessoas. Mas, no final de sua vida, ela jamais poderá garantir a salvação eterna, uma vida após a morte. Isso porque nenhuma religião apresenta uma solução definitiva para a maldade humana, ou seja, para o pecado.
O Evangelho de Cristo não é apenas uma verdade entre muitas, mas a única verdade. Ele não se compara às religiões que, hoje em dia, são escolhidas, do mesmo modo como se escolhem, no self-service, os alimentos que nos apetecem. O Evangelho de Cristo é a Verdade absoluta; caso contrário, não existiria verdade absoluta e ela existe! Cristo afirma que é a verdade, ou seja, que Ele é Deus.
O Cristianismo se resume numa PESSOA - Jesus Cristo. Ele aponta para um túmulo vazio, de onde se ergueu o Rei dos judeus, pelo Seu próprio poder, a fim de comprovar a Sua Divindade.
Todos os fundadores de religiões estão mortos, aguardando que Jesus Cristo, o Supremo Juiz da humanidade, os ressuscite para a prestação de contas do último dia.
A índia é considerada o país mais religioso do mundo, onde os budistas tinham muitos adeptos, mas houve um enfraquecimento. Buda foi um grande homem assim como Jesus, mas por que o budismo não possui tanta grandiosidade pelo mundo quanto o cristianismo?
A diferença é que nas histórias de Buda não há relatos sobre o fenômeno da ressurreição. Buda não queria que você nascesse de novo, ele queria que você aprendesse o máximo da vida ao ponto de não ter necessidade de nascer novamente, ele pregava morte absoluta.
Mesmo sendo uma religião que acredita na reencarnação, o budismo não impõe tanta força quanto o cristianismo, visto que Jesus demonstrou maior domínio sobre a morte, pois ressuscitou.
Mesmo sendo uma religião que acredita na reencarnação, o budismo não impõe tanta força quanto o cristianismo, visto que Jesus demonstrou maior domínio sobre a morte, pois ressuscitou.
Qual benefício que a ressurreição de Jesus Cristo Traz para nós?
Pr. Vânia